Saturday, October 15, 2005

Hipnotize-se com esse trabalho


Olá Galera!!!! ;-D

Decidi trazer neste post algo diferente do que vem sendo publicado. Escolhi uma banda que tem peso, comédia, mais peso, criatividade e é claro muito mais peso :) ! Dessa vez vou falar do System of Down, que traz um excelente trabalho em seu álbum “Mesmerize”. Essa é o tipo de banda que o mundo precisa hoje em dia, cada trabalho novo que eles lançam se superam, inovando, melhorando sem fugir de suas principais características, diferente de umas duas ou três bandas ai que ao lançar um cd novo tem uma incrível queda de qualidade. Mas definitivamente não é o caso do soad, que desde seu primeiro álbum vêm cada vez melhor e com mais fãs. Bem vamos as tão apreciadas músicas hehehey XD!!!

Começamos o álbum com uma pequena introdução, “Soldier side/Intro”, nada de diferente nessa faixa, apenas o guitarrista e o vocalista cantando juntos devagar quase morrendo, mas dando seqüência a já conhecida “B.Y.O.B.”.
Bem acabou agora o ritmo devagar! “Bring your own bombs” traz o melhor do System of a Down, só que melhor :D! Temos o guitarrista cantando, o uso de bumbo duplo pelo batera, que da mais velocidade e agressividade a música, a alternância de ritmo devagar e rápido, tudo muito bem feito!! Sem contar também algo já explorado pela banda que são as letras que criticam as guerras americanas.É sem dúvida uma atitude nota 10!!!
Com uma ligação direta com a próxima música entra “Revenga”, música quase parecida com a anterior, essa ainda está aquecendo os ouvintes rs... :-) Vale a pena conferir essa música pelos seus riffs que agradam os ouvidos de quem curte o estilo.
Entra agora “Cigaro”! Essa é uma das minhas favoritas do cd por um único motivo: não tem como não cair na risada ouvindo o refrão dessa música. É um ritmo doido com o vocalista fazendo uma voz mais doida ainda. Não tem como não rir. E eu não me canso de ouvi-la!
“Radio/Vídeo” também é outra música doida do cd, mas o legal é a mudança para uma levada meio reggae no meio da música. Mistura que teve um resultado positivo, muito peso alternando com o reggae, isso só mostra como a banda tem criatividade e sabe aproveitar isso. Outra coisa legal na música é o uso do “lá lá lá lá”, que vem desde da B.Y.O.B., fica bem comédia isso :-)
“This cocaine makes me feel like I’m on this song”. Nome grande para uma música bem interessante pelos seus riffs. Ela é meio repetitiva, mas é legal!
Agora é a vez de “Violent Pornograhy”. Essa música é basicamente dois estados: um rápido cantando enrolado misturando palavrões na música e outro mais engraçado e que da vontade de ir pulando por ai a fora XD!!! Sim, é mais uma daquelas músicas que dá vontade de rir no refrão :-).
Na seqüência vem a também já conhecida “Question!”. Na minha opinião foi a que eu menos gostei do cd. Não por ela ser ruim ou coisa e tal, mas por eu não ter ouvido nada que me chamasse a atenção. E num cd com vários destaques acho difícil uma musica como essa não se tornar um pouco chata.
“Sad statue” começa lembrando B.Y.O.B. no começo. E depois que você ouve o cd todo e a escuta de novo tem a impressão que as outras músicas vieram dessa, pois em cada parte da música ela lembra outra do mesmo cd. Talvez ela tenha sido a origem do cd! ;-)
A próxima música traz algo bem diferente nas músicas do soad. É uma levada ao estilo música eletrônica e esta poderia muito bem ser tocada numa balada ai da vida. Eu diria que esta é outro destaque do cd justamente por esse elemento novo. Mas apesar da tendência eletrônica ela não perde nem um pouco ao se misturar com as já típicas velocidade e peso desse cd. Ela disputa com a “cigaro” na minha cabeça o posto de melhor do cd. Sem duvida a mistura ficou muito muito show!!!! ;-)
A ultima faixa do cd é aquela que traz o verdadeiro clima de fim de festa. Isso não faz com que a música seja ruim, muito pelo contrario, ela é muito boa e encerra de maneira perfeita o cd. Ela é calma para quem cansou de tanto balançar a cabeça ouvindo o cd :D hehehey. Ela tem um ritmo bem bonitinho, que lembra musica de dizer tchau hauhauha :D.


Bem pessoal essa ai foi a analise do cd, é claro que com um excelente trabalho desse eu poderia ter dito muito mais sobre ele, mas ai eu passaria o dia todo escrevendo né... ;-)! O álbum só peca mesmo pelo tamanho pequeno, mas isso pode ser resolvido ligando o repeat e tendo um divertimento ao infinito. Do que eu e os fãs já gostávamos só que maior e melhor e com coisas nova é o que tem de bom nesse cd. Se você já era fã de System, que é o verdadeiro Sistema fodão, vai adorar esse novo cd com tantas coisas novas e legais. E mesmo que você não curta muito o som deles poderia escutar aquelas em que eu dei um destaque maior e levar na brincadeira as músicas que você poderá acabar por gostar da banda também...

Visitem também: http://www.systemofadown.com/

Um grande abraço a todos!!
t+

Wednesday, October 12, 2005

The killers Mania


Bom,dando inicio.

Vamosa falar hoje sobre the killeres e seu maravilhoso cd titulado de "Hot Fuss"
descrito pela critica norte americana como um dos melhores cds do ano.*revista starcage*
o estilo deles é puro rock n" roll só que com os velhos synts dos anos 80.
the killers tem cada vez mais arrastado fãns pois suas letras falando de amor já é mania
bom agora vamos ao cd:

a musica que abre o disco é "on top"
já no inicio da musica vc escuta os synts que tinha falado a bateria leve e com pequenas caidas
a musica é da quelas que tem um refrão que gruda na cabeça um bom som para quem quer dançar.
sua letra eh tão bonita quanto a melodia
ah, sim

the killers tb tem estado nas pistas de dança pois dj tem feito remixes de suas musicas

voltando a "on top"
musica perfeita cria um clima feliz e simpático dos anos 80 vc pode sentar e ler um livro ao som de "on top" mesmo ela sendo rapida vc sente uma calma pois a levada da musica te prorpociona isso

"indie-rock-and-roll"

musicalmente falando ela é a mais bem trabalhada do cd
tb como caracteristica um refrão que gruda na cabeça.
tem pegadas mais rock n' roll como o propio nome diz sem perder a qualidade de um musica leve
como em varias musicas desse cd ela utiliza efeitos no vocal
para parecer mas antiga a musica como o velho "amp valvulado"

outra caracteristica dessa musica é o back ocal bem anos 80 na verdade esse cd tem inumeras
caracteristicas dos anos 80




"somebody told me"

musica que levou o the killers a ser conhecido aque no brasil musica simples utilizada de synts e uma letra que é bem divertida essa musica é a mais dançante do cd.
"fala o vocalista"

essa musica eh uma das minhas prefeirdas do cd.


"mr brightside"

musica que deu uma startada na carreira de the killers
essa musica pode ser considerada a melhro do cd pois ela tem a melhor letra segundo a revista
*rollsive* (inglesa)
a banda mantem sempre a mesma caracteristica do som as vezes fica dificil falar um pouco sobre o cd pois ele esta muito igual não que as musicas estejam repetitivas mais o mesmo som.



fechando o cd

"everything-will-be-alright."

musica mais calma do cd ele usa muitos efeitos na voz ela é lentinha te faz pensar na vida tem um clima muito legal e diferente da maioria das do cd
ela usa bateria eletronica.
tem uma letra otimista. bem legal

bom sei que essa banda jávirou mania mais quem ainda não escutou vale a pena escutar um bom som para quem curte as praias alternativas do rock n' roll.

Saturday, October 08, 2005

I can’t take my mind of these songs


Fala galera!!! :D

É isso ai, to fazendo minha estréia aqui no Ponto de vista, e vou falar para vocês de um excelente lançamento aqui no Brasil.
É o cd chamado “O” do Cantor irlandês Damien Rice. Esse álbum, que é o primeiro de Damien, foi lançado primeiramente em 2002 na Irlanda, mas apenas agora em 2005 ele chegou ao Brasil. Assim como eu, muitos dos seus fãs aqui no Brasil o conheceram graças ao Filme “Closer – Perto demais”, que chegou no nosso país logo no começo do ano. Bem se você assistiu o filme e ainda não sabe de quem eu estou falando, eu me refiro ao cantor da primeira música do filme com refrão o cativante “I can’t take my eyes of you”, pois bem, muitos aqui no Brasil também se apaixonaram por esta música e quiseram descobrir mais sobre ele, nos levando assim ao excelente cd O.
Este cd é sem dúvida um misto de vários estilos, como o country e o jazz por exemplo, num ritmo calmo e suave. É musica para viajar nos pensamentos, principalmente se você está apaixonado :P.
Damien é acompanhado de excelentes músicos que são: Lisa Hannigan – Vocal / Guitarra, Vyvienne Long - Violoncelo / Piano, Shane Fitzsimons – Baixo e Tomo – Percussão.
Bem vamos agora falar das músicas do cd. A primeira faixa, chamada “Delicate”, abre o disco de maneira bem agradável, ela mostra os elementos característicos das musicas de Damien como os arranjos bem trabalhados, o ritmo suave, quase delicado... ;-)
O cd segue com a faixa “Volcano”, uma levada meio jazz, muito bem trabalhada com dois detalhes interessantes, o primeiro é o belo de vocal de Lisa Hannigan que junto com o de Damien convergem num excelente resultado. O Segundo é um pequeno trecho no final da música que me lembra a banda “Powderfinger”, seria Damien fã deles :-) ?
A terceira música é aquela que eu acredito ser a mais famosa dele aqui no Brasil. “the blower’s daughter” é simplesmente fantástica, também conta com vocais de Lisa e é uma das melhores do cd com seu refrão inesquecível para mim. Encaixou-se perfeitamente na obra do Cinema “Closer”, filme também muito bom com elenco digno (Natalie Portman, Jude Law, Julia Roberts e Clive Owen). Uma curiosidade a respeito da música é que Damien a fez para a filha de seu professor de Clarineta, daí o nome da música ;-).
A próxima música, “Cannonball”, é mais uma típica levada de Damien, com um arranjo simples no violão, porém sem perder em qualidade. O interessante dela é que ela me lembrou a musica “No woman no cry”, quando ouvirem prestem atenção e vocês também perceberão isso.
“Older Chests”, é parecida com a anterior, mas conta com os vocais de Lisa e um ritmo suavemente country...
A faixa seis é na minha opinião o grande destaque do cd! Chamada “Amie”, é sem dúvida a música que eu levaria para uma ilha deserta caso tivesse que escolher uma dele. É uma combinação perfeita de bela letra, arranjos belíssimos e um ritmo que toca o coração. Recomendo essa canção para todos aqueles que gostam de viajar em seus pensamentos ouvindo uma balada suave que mexe com sentimentos.
A próxima música, “Cheers Darling”, é no mínimo engraçada, eu diria que ela tem um estilo “drunk song”, e poderia muito bem ser cantada por alguém num bar curtindo uma dor de cotovelo :D. Mesmo assim é uma ótima música.
Mas uma música bela do cd é “Cold Water”, que traz vocais diferentes e graves no meio da música lembrando algo no estilo anos 50. Bem legal vale a pena conferir.
“I remember”, começa sem duvida lembrando um bom country. É cantada por Lisa inicialmente e muda de ritmo quando passa a ser cantada por Damien, que se empolga nessa música. Ela é bem trabalhada.
A última Faixa do cd é “Eskimo”. Uma música bonitinha para curtir um friozinho :-). O que se destaca na música é o vocal em timbre lírico no idioma finlandês que dá todo o charme a música.
O cd também traz duas faixas escondidas. “Prague”, Uma levada que lembra bem de longe Tori Amos, mas lembra. Um detalhe é que Damien e Tori já gravaram uma música juntos, Imagino que ele é fã dela. E por fim, a outra faixa escondida é “Silent Night”, música conhecida por nós, só que aqui ela atende pelo nome de Noite Feliz. Quem a canta é Lisa.
Bem pessoal, aqui fica minha análise do cd O de Damien Rice. Se você gosta de um som diferente do comum ou um ritmo calmo para relaxar ou simplesmente música boa para os ouvidos, não deixe de escutar esse excelente álbum.

Mais informações em www.eskimofriends.com (Fan Site) e www.damienrice.com (official site)

Valeu Galera!!!
Abraço a todos!!!

Wednesday, October 05, 2005

Brincar com você


Mais uma Carioca:

Mais uma banda do Rio de janeiro se chama Leela banda liderada por Bianca
conta com letras feministas e de uma forma diferente de escrever.
o estilo do leela é mais ou menos do tipo Rock-Chiclete da queles que vc escuta o refrão e canta o dia todo. exatamente é esse o tipo do leela
as letras na maioria delas bem feitas podendo falar até um "eu te amo" sem cair no chliche
nesse disco de estréia o leela conta com dois hits jah aplaudidos pelo publico o primeio single é
"Te Procuro" um letra facil e melodia simples.

Fala sobre uma garota que adorava um rapaz e ele não estava nen ae para ela.tipica comédia romantica de filmes americanos
o incrivel do leela é que ela coloca os vocais de bianca de uma forma mais rock como "nirvana" etc.

esse cd do leela tem musicas bem divertidas. como no caso de:

"De Vez"
que utiliza um refrão bem legal. "cheque mate" essa palavra cria um ar diferente na musica..

bom acho que o cd do leela esta muito bem feito
otimamente gravado (estudios EMI o mesmo de paralamas,barão vermelho entre outros )
produção exelente, vale a pena ter esse cd para quem curte o estilo.



um pouco da biografia do leela:


Na contabilidade pura é uma banda de rapazes (são três) com uma garota solitária a frente. Mas Bianca Jhordão, linda, loura e firme na guitarra não está ali no centro do Leela de mero outdoor. As letras vestem (quase sempre despem) um personagem feminino que é / não é ela. "Fico até encabulada com alguns versos", ronrona a poderosa, alcunhada pelo parceiro Fausto Fawcett (perito em louras desde o sobrenome artístico), na faixa-instalação "Último Jantar", de "xerife mandona". Epa, mas os rapazes nada têm de paus mandados. Rodrigo Brandão, na outra guitarra, a que conduz, e o que mais fala, diz ser esse contraste o diferencial da banda em meio a inúmeras do "underground", onde "é preciso ser forte para sobreviver". E mais: "tocar de forma simples e mandar bem", concordam com ele o baterista Luciano Grossman e o baixista Tchago, cujos trajetos serão narrados em solos mais adiante.
Assim que você ouvir o disco vai notar outros ases na manga do Leela, que significa "brincadeira dos deuses" no hinduísmo. "As músicas tem uma afinidade estética, não há nada que quebre a unidade", constata Rodrigo. "É tudo direto, objetivo", emenda Luciano. O quarteto pega pesado nas guitarras, mas de forma enxuta, sem gordura, como a sensualidade com um toque de perversidade dominatrix das letras. "Sou uma boneca má / só vim aqui pra te ganhar", chicoteia "Uma chance". "Gosto de ser invadida / me sentir vigiada", entrega "Ver o que faço". Uma das letras nasceu no ICQ do computador, Bianca desguiando-se de um insistente. "Finjo ser invisível pra não ter que te encarar", digitou. Já "Odeio gostar" foi feita em 15 minutos e a inspiração veio não de um caso amoroso, mas de uma virada de bateria inventada por Luciano e enviada ao casal por e-mail.
Os refrões estalam e também estilhaçam (n)os ouvidos: "eu odeio gostar de você"! "Eu te amo" aqui só entra, "sem nenhuma ironia", se o cara for "um viciado", para ela ser "sua heroína". No rigoroso controle anti-glicose do enredo, o parceiro Fausto Fawcett só emplacou "o meu amor" por conta do complemento urgente – "é xeque-mate pra qualquer um". Rock chiclete? Só com sangue, "amoroso souvenir".
A banda que nasceu em 2000 de uma costela do Polux, outra do Moebius e debutou numa modesta pizzaria de Nova Iguaçu – mas já a bordo da atitude de tocar repertório próprio – chega ao disco inaugural escolada nas quebradas. Rodrigo, do Moebius (antes, do Nunfód!), era primo da melhor amiga de Bianca. Esta tentou formar uma "girrrls band" com Eva (mim), Marcela (Number 4) e a primeira Fender Stratocaster. Mas acabou na escola aberta do Polux, onde foi aprendendo as manhas com Rodrigo. Já no Leela, a lapidação na estrada continuou. De um restaurante de platéia desatenta na Taquara às quatro mil pessoas ligadonas, no Espaço das Américas, em Sampa. De repente, arrebenta a corda do baixo, mas é preciso seguir o show. "Na adversidade, a gente aprendeu a ter sempre um plano B", admite Luciano. Não foi diferente no caso da gravação realizada em tempo curto ("já vínhamos ensaiando nos shows esse repertório", aparteia Rodrigo) , entre 12 e 15 dias. Ficou engavetada meses até acomodar-se o maremoto do mercado e finalmente a torre de comando – nas mãos do produtor e agora empresário da banda, Rick Bonadio – liberar a decolagem tão ansiada.
Bianca quase ficou sem voz, botou todas as bases (e fez as dobradas, certeiras, precisas) em dois dias. Tchago, o caçula de apenas vintinho ("com cara de 16", zoam os outros), estava ainda no aquecimento: ingressava na banda e jogava pro alto um curso de desenho industrial. Luciano sempre pautou sua bateria pelo metrônomo, o que facilitou botar o ritmo nos trilhos. As guitarras da dupla central soavam no ponto. "Ninguém firula no som", delimita Bianca, responsável pela única extravagância do instrumental do CD, o theremin. Trata-se de um pré-sintetizador inventado por um russo, que ela encomendou ao fabricante autorizado, o lendário Robert Moog, nos EUA. "Veio desmontado com o manual, mas preferimos chamar um técnico para não ter erro", diz Rodrigo. E antes tinha rolado uma demo de cinco músicas, ainda com Christian, do Jimi James, no baixo, instrumento que teve mais revezamentos antes da formatação final. E tome estrada. Até o início de 2003 foram 100 shows do Leela, muito para uma banda indie. Todos usavam seus contatos em cada apresentação para emendar uma seguinte. "Eu ligava oferecendo shows pelos lugares que íamos passar", mapeia Bianca. "Às vezes não tinha nem amplificador", ri.






Só que ela vinha de ralações anteriores. Menina carioca "metida", subitamente transplantada para Itaipava, "na época uma roça, era difícil telefone lá", Bianca foi estudar em Petrópolis. Trocava a hora do recreio por audições clandestinas do Deep Purple embaixo da mesa do professor. Acabou escalada para fazer um programa de rádio-escola na Tribuna, de propriedade da família real dos Orleans e Bragança, representando o colégio Werneck. Era para ser um rodízio entre escolas, mas ela saiu-se tão bem que acabou titular do horário. "Ganhava meio salário mínimo" e criou o programa "Alternative Mind". Durou dois anos, sintonizado e elogiado pela imprensa carioca e monitorado por censores internos. Tentavam proibi-la (sem resultado) de tocar os pesados de sua predileção como "Why Go" do Pearl Jam. Bianca era punk / metal convicta. Sua dieta diária era Megadeth, Biohazard, Dead Kennedys, Faith No More e ... Nirvana.
Pode-se dizer que a banda do tresloucado genial Kurt Cobain está na matriz do Leela. Rodrigo Brandão foi quem fez a mais longa viagem até chegar a ela. Filho de um mito do rock oitentista, Arnaldo Brandão do Brylho, do Hanoi Hanoi, de aventuras emepebistas ao lado de Caetano e Jorge Ben, Rodrigo teve uma longa fase beatle até que a mãe o aplicou de Pretenders. Viciado em rock dos 60 / 70 (Iggy Pop, Lou Reed), ele surpreendeu a vendedora de uma loja de discos nos EUA. A lista encomendada pelo pai (Wilco, Sonic Youth, Beck, Smashing Pumpkins) era bem mais alternativa que suas próprias encomendas. O "anti-show" do Nirvana no Brasil completou o rito de passagem.
Arnaldo é homenageado com a inclusão de sua parceria com Lobão e Tavinho Paes, "Bla-blá-blá...eu te amo (Rádio Blá)", que caiu como luva no repertório rascante. "O Tavinho contou que a letra foi escrita na Pizzaria Guanabara num fim de noite no Baixo Leblon", fala Rodrigo. É a narração de uma briga de um casal yuppie, pontilhada ao fundo pela trilha sonora do radinho do restaurante. A propósito, Tavinho entrou na parceria revogando a letra anterior, cujo título, "Senhor da Guerra", coincidiu com o de uma música do Legião Urbana.
No caso do baterista Luciano a epifania ocorreu em San Diego num intercâmbio aos 14 anos. "A música me salvou", confessa ele que acumula "sem conflitos" também a bateria da nova banda Luisa Mandou um Beijo, prestes a estrear. E por um tempo, após um hiato com o braço machucado, quase seguiu carreira como técnico de som. Além do Nirvana, sua cabeça e tímpanos foram feitos também pelos Ramones, Metallica, Doors. Nas baquetas teve sua fase Neil Peart do Rush, marcou John Bonhan (Led Zeppelin) em cima até chegar a Dave Grohl. Mas nunca se ligou muito nos influenciados pelo jazz como Ginger Baker. "Tive também minha onda metal com o Pantera, mas o grunge mudou minha visão. Eu achava que quem tocava mais rápido era o melhor", reavalia.
O caçula Tchago ("minha história é bem mais curta", brinca) foi na ordem inversa. Primeiro Metallica, Faith No More, depois Beatles. "Meu sonho era tocar bateria", admite. Mas a familia não liberou a zoeira. Contentou-se com o baixo, que o irmão já tocava. Dividiu a tietagem entre Pearl Jam, Red Hot e Rage Against the Machine. Individualmente começou a seguir as pegadas de Flea ("mas já desencanei do "slap"), dos jazzistas Stanley Clarke ("hoje acho farofeiro"), Marcus Miller e do ícone Jaco Pastorius. "Atualmente me interesso mais pelo lado melódico", diz. Como se tivesse passado séculos nas fases anteriores.
Todo esse percurso / aprendizado / práxis deu nas 11 faixas concisas do Leela de estréia pela EMI, um diamante bruto lapidado, se me entendem. "Espero que gostem de todas as músicas, nada de ficar pulando as faixas", decreta Bianca. Ela lembra um show onde ofereceram 45 minutos de palco ao grupo e eles só tocaram 30. "É melhor quererem mais do que ficarem loucos para a gente sair", filosofa Rodrigo. O quero mais (muito mais), sem dúvida, será a nota dominante deste primeiro Leela na veia. Sem glacê ou aditivos.
Tárik de Souza

Monday, October 03, 2005

O Vento


Dando o ponta-pé inicial:

bom, a exatamente 1 mes o grupo carioca los hermanos lançou seu novo cd titulado de "4"
diz o guitarrista amarante
esse cd é uma nova visão sobre os trabalhos antigos.
já dito com musicas de exelente qualdidade tecnica com influências como chico buarque,e um pouco de samba, já colocado de forma bem diferente no cd anterior o "ventura"
esse cd tem melodias para todos os generos, desde a melancolica "Dois Barcos"
que abre o cd.
com um espirito bem leve com um modo diferente de colocar a levada da musica propia mente dita pela bateria de Rodrigo "barba"
ela termina bem calma da mesma forma que se iniciou.

outra musica que pede um destaque maior no cd é "Primeiro Andar" na minha opinião a melhor musica do cd.
ela tem uma letra diferente, pois quem jah conhece los hermanos sabe da grande musica do disco ventura chamada "do sétimo andar" essa musica seria a primeira parte de "primeiro andar"
no caso "primeiro andar" seria o final da história.

Comparações não faltam:-> 1°: O nome da musica

"Primeiro Andar" " Do setimo andar"

-> 2°:Do Sétimo Andar: "Deus sabe oq quis foi te proteger do perigo maior q eh vc
"Primeiro Andar: "Perigo eh eu me esconder em vc"

-> 3°: Primeiro Andar: "Já vou, será eu quero vero mundo eu sei não é esse lá"

"seria o rapaz da musica falando que não poderia mais viver com a mãe que seu tipo de vida não era parecido com o dela"

-> 4°:Primeiro Andar: "Não faz disso esse drama essa dor"

"Quem nao concorda q a pessoa está desesperada em Do Sétimo Andar ?"

-> 5°:Primeiro Andar: "Eu escrevo e te conto o que eu vie me mostro de lá pra você guarde um sonho bom pra mim"

"A pessoa escreve pra mãe mostrando como ele está, o que se passa na cabeça dele etc.., com um pedido no final, quem sabe ele volte.."

-> 6°:Do Sétimo Andar: "Se eu numa esquina qq te vir, será q vc vai fugir ?

"Primeiro Andar: "Se alguém numa curva me convidar, eu vou lá.."

acho que essa musica é uma resposta clara para "do sétimo andar".


Fez-se mar, uma das musicas mais calmas do cd ela tem um estilo bem samba com back vocals de samba de raiz, levada de bossa nova uma das maiores caracteristicas do guitarrista e vocalista Marcelo Camelo.

uma musica bem legal do cd que tb tem como a ideia antiga.
Paquetá essa msuica lembra muito uma anterior deles do cd "bloco do eu sozinho " de 2001
"Retrato para iá iá"

essa musica é repleta de metaforas como:

"... e hj eu seisem você sou pá furada..."

quem assina essa musica é Rodrigo amarante. feito da forma que ele mais gosta misturando bastante ska com levadas de piano.

uma musica que teve grande parte no cd é Os Pássaros
talvez a mais melancolica do cd.
fala sobre um casamento, no caso a vontade do noivo casar logo.

Morena:
essa musica usa um pequeno sampler, bem legal que da um ar mais novo na musica
a letra como sempre linda.
talvez uma das musicas mais bem trabalhadas do cd.

a atual musica de trabalho é o vento, nessa musica foi utilizado o bom e velho estilo "hermanico"
batidas leves nas guitarras, pianos eletronicos,metaforas. e vocal aberto.

bom, o cd está perfeito melodias lindas.letras otimas um belo trabalho do grupo carioca los hermanos.

Composição: Rodrigo Amarante
"Posso ouvir o vento passarassistir à onda batermas o estrago que faza vida é curta pra ver...Eu penseique quando eu morrervou acordar para o tempo"